...sim eu sei que os carros nunca param de cruzar, as árvores de crescer e agora mesmo na casa antiga do lado uma criança nasceu.sei da beleza de subir uma montanha para sentir o vento seco bater no rosto ou contemplar o crepúsculo. sei que pouca coisa muda quando a gente volta. sei que minha alma, quando entro em casa vai para geladeira. É preciso ver a cidade, desacelerar o tempo e prestar atenção que por entre os ruídos dos carros, ainda pode se ouvir o mesmo vento que se ouve em todos os lugares...
quinta-feira, 1 de maio de 2008
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