terça-feira, 12 de fevereiro de 2008

se o amor é esse rio, o que representa o mar? rio madeira rondônia

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cachoeiras

sempre praia. destino de férias praia. demorei para descobrir a atração que existia em mim por desertos, montanhas e cachoeiras. foi com o mochilão da MTv que tive a oportunidade de conhecer as mais lindas. ficam em minas. na serra da carraça, na serra da canastra. mas no rio tbm. na região de mauá. ok. já vi as cataratas do iguaçu, vi uma queda dágua em whistler, canadá que era igual aquela do caracol, em canela, rio grande do sul. mas quedas assim que não posso colocar a cabeça embaixo não me servem. prefiro as médias, escondidas, escorregadias. ai, pirinópolis, que saudades tenho de você. chapada dos veadeiros e a do zanella, em paulo lopes perto da guarda do embaú, santa catarina. foi lá que passei a noite, preso por uma tromba dágua que me isolou do outro lado do rio. uma noite na casa do zanella. seria esse o nome dele? sei que foi nessa casa no meio do mato que encontrei roupa seca, cueca virada e cama dura. dizem que as cachoeiras tiram mal olhado. purificam a alma e eu acredito. agora nesse momento, sentado em cadeira dura, no calor do rio de janeiro, minhas costas doem. estou tão londe do mato...
márcio faraco: eu vim do mato/ longe, tão longe daqui/já nem sei porque parti/mesmo se o tempo apagar o caminho/meu coração me levará sozinho...

escorrega - maromba - mauá - RJ

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se buda me visse agora, iluminava! - serra do caraça - MG

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caracol, canela RS- minha primeira cachoeira

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domingo, 10 de fevereiro de 2008

camden market

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good bye old camden

hoje li na internet que um incêndio atingiu o mercado de camden town. http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2387888-EI8142,00.html uma tristeza. com certeza é o lugar mais legal para passar o domingo em londres. além de ser um lugar muito misturado, camden é um bairro de artistas e/ou malucos. uma vez entrevistei o escritor caio fernando abreu e ele me contou que morava por ali e trabalhava de lavador de pratos em um bar bem ao lado da livraria que exibia na vitrine, seu livro "onde andará dulce veiga"traduzido para o inglês. passava na frente,olhava o livro e entrava no bar para lavar pratos.
uma vez, embaixo de uma ponte, na saída de camden market, fiquei sentado horas a lado de uma maltrapilha, com unhas sujas. ela me contou que morava em uma árvore. descobri que ao redor de londres, as pessoas foram morar nas árvores para impedir que as derrubassem para construir estradas. o detalhe que a maltrapilha tocava harpa maravilhosamente.