quarta-feira, 20 de fevereiro de 2008
de todos os lugares
já me debrucei no gran canyon para ver as sombras das rochas no fundo. andei à cavalo no pampa. já mergulhei nos mares mais azuis do mundo. vi o pôr-do-sol de porto alegre, o cristo no rio de janeiro. subi as ladeiras de olinda, dormi com os índios no deserto de ica. nadei em muitas cachoeiras, andei de bicicleta em amsterdã, fui a uma festa no world trade center, vi manhattan de uma rua deserta do brooklyn, andei sozinho por roma. olhei michelangelo na sistina, andy warhol em los angeles, monalisa no louvre, guernica no reína sofia, os carteiros de van gogh. de todos os quadros que vi, dos lugares que passei, das montanhas que subi, pirineus, aconcágua, de tudo que meus olhos já viram, inclusive os mares, nada é igual a ver valentina dormindo!
domingo, 17 de fevereiro de 2008
carimbó
foi no pará que ouvi pela primeira vez o carimbó. e também os mestres da guitarrada. coisas assim transformam nossas viagens em aventuras, porque para ouvir tais ritmos tive que ir até belém, pegar barco e ir até algodoal. uma ilha no pará, norte do brasil, cheia de histórias. fui para um festival. cheguei junto de alguns músicos que iriam tocar lá. a chegada na ilha foi dividindo os fones do ipod com o domenico, ao som de like a rolling stone na versão do jimi hendrix. uma coisa meio que lisérgica. fazia uma calor africano e parecia que estavamos chegando em uma ilha perdida. não lembro se tinha luz elétrica ou gerador, sei somente que eu fiquei de pés descalso o tempo todo. a comida era peixe, farinha e açaí. de dia, não tinha muito que fazer. de noite, o negócio era ouvir o carimbó. tinha um tiozinho, figura local (esqueci o nome) que era o maior poeta da ilha. vivia rodeado de cachorros e tiveram que segurar ele em casa para que não bebesse demais, com o propósito de conseguir fazer o show da noite. pois ele subiu ao palco. o povo aplaudiu e eu fiquei com uma estranha impressão que, por mais que a gente ande, nunca vai conseguir conhecer esse país inteiro.
todo mundo é uma ilha
foi floripa minha primeira ilha. na verdade a ilha de santa catarina é um dos tantos lugares que chamo de meu. conheço cada uma das 42 praias. as cachoeiras escondidas na lagoa do peri, na praia da solidão. ir de barco até a costa da lagoa, saindo do ponto dos araças é um passeio marcante. primeiro por descobrir um mundo diferente, meio que alheio ao desenvolver do lugar. segundo pela beleza das encostas e terceiro pelo vento na cara. só para sentir bater o vento, já vale a pena ter nascido. e a minha ilha é assim.
outra ilha que me marcou foi fernando de noronha. lá em baixo da página desse blog tem uns vídeos desse lugar. noronha em cima e embaixo dágua é lindo. talvez caro demais. ir para lá, custa o mesmo que ir para o exterior, mas quem disse que o brasil deixa a desejar para algum lugar? noronha tem onda boa, tapioca e praias paradisíacas. meu voto fica com a praia do sancho. a mais bela que vi com esses olhos que tenho.
em noronha dá para mergulhar e ver tartarugas e tubarões. Falando em mergulho, outra ilha que gostei, foi aruba. cheio de naufrágios, a visibilidade ali é quase como fora do mar. parece meio para turista, mas tem um lado bem wild. podendo inclusive surfar e roda de carro por um deserto cheio de cactus.
ok , tem ainda a ilha do algodoal,no pará, que falei acima. cheia de cultura. o bom que algodoal funciona em julho. é roots, as pousadas são simples até demais e só precisa levar um calção, óculos e protetor solar! nada mais.
outra ilha que me marcou foi fernando de noronha. lá em baixo da página desse blog tem uns vídeos desse lugar. noronha em cima e embaixo dágua é lindo. talvez caro demais. ir para lá, custa o mesmo que ir para o exterior, mas quem disse que o brasil deixa a desejar para algum lugar? noronha tem onda boa, tapioca e praias paradisíacas. meu voto fica com a praia do sancho. a mais bela que vi com esses olhos que tenho.
em noronha dá para mergulhar e ver tartarugas e tubarões. Falando em mergulho, outra ilha que gostei, foi aruba. cheio de naufrágios, a visibilidade ali é quase como fora do mar. parece meio para turista, mas tem um lado bem wild. podendo inclusive surfar e roda de carro por um deserto cheio de cactus.
ok , tem ainda a ilha do algodoal,no pará, que falei acima. cheia de cultura. o bom que algodoal funciona em julho. é roots, as pousadas são simples até demais e só precisa levar um calção, óculos e protetor solar! nada mais.
Assinar:
Postagens (Atom)



