sábado, 15 de março de 2008

pessoa - sintra -lisboa

Ao volante do chevrolet pela estrada de sintra, Ao luar e ao sonho, na estrada deserta, Sozinho guio, guio quase devagar, e um pouco Me parece, ou me forço um pouco para que pareça, Que sigo por outra estrada, por outro sonho, por outro mundo, Que sigo sem haver Lisboa deixada ou Sintra a que ir ter, Que sigo, e que mais haverá em seguir senão parar mas seguir?
Vou passar a noite em Sintra por não poder passá-la em Lisboa, Mas quando chegar a Sintra, terei pena de não ter ficado em Lisboa.